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Fiat Panda comemora 40 anos de vida

Percorrer a história do Fiat Panda significa folhear o álbum de recordações dos recordes de um modelo de 40 anos que soube passar pelo tempo evoluindo, mas mantendo-se sempre fiel a si próprio.

Eis o segredo do sucesso do citadino por excelência da Fiat: uma viatura “para todas as ocasiões” que passou a ser conhecida – depois do lançamento em 1980 no Salão de Genebra – como a caixa mágica repleta de ideias originais, engenhosas e surpreendentes.

O Panda, com o seu espírito de inovação, soube conquistar o coração de todos, tornando-se o automóvel dos recordes: o mais vendido em absoluto em Itália há 8 anos consecutivos; líder – a par do 500 – do mercado dos citadinos compactos na Europa, com mais de 375.000 unidades vendidas anualmente; o primeiro citadino com tração 4×4, o primeiro citadino a conquistar o ambicionado título de “Car of the Year”; o primeiro citadino compacto com alimentação a gás natural produzido em grande escala e, desde fevereiro de 2020, a par do Fiat 500, o primeiro veículo híbrido da FCA com o lançamento da versão mild hybrid, ou seja, o início do percurso da Fiat no mundo eletrificado.

E é pelos motores e pelas inovações tecnológicas do Panda que a Fiat quer começar a falar sobre os quarenta anos de sucessos do ícone italiano: três vídeos – dedicados ao Grupo Motopropulsor, ao Estilo e à Solução Inteligente – em que Luca Napolitano, Responsável da Fiat e da Abarth para a região EMEA, acompanhado por três anfitriões, olhará para o passado, desvendando os segredos do Panda, mas também para o futuro deste modelo intemporal. De facto, para tornar a motorização híbrida ainda mais acessível, a Fiat decidiu produzir também o Panda Easy Hybrid, ou seja, com visual Urban e nível de equipamento Easy, disponível a partir de 9900 euros, criando, assim, o Mild Hybrid mais democrático do mercado.

A anfitriã do primeiro vídeo, dedicado ao Grupo Motopropulsor, é Maria Grazia Lisbona, Engenheira-Chefe de Sistemas de Propulsão e Gestão de Programas da FCA. A seu lado, Luca Napolitano, responsável da marca Fiat, descreve as particularidades técnicas que marcaram as três gerações do Panda.

Desde os primeiros motores derivados do Fiat 126 e Fiat 127 para o Panda 30 e Panda 45, até ao exclusivo sistema de tração 4×4 lançado em 1983: tecnologia tão simples quanto eficiente. Em 1986, chega a nova família Fire: 4 cilindros, refrigeração por líquido e distribuição com árvore de cames à cabeça. Sempre no mesmo ano, o Panda é o primeiro veículo do segmento A com motor Diesel.

Em 2003, chega a segunda série do Panda, ainda mais funcional e transversal mas, simultaneamente, rico em conteúdos inteligentes como o motor MultiJet, o pequeno diesel de injeção direta, disponível a partir de 2004. Em 2006, chegam os dois opostos: de um lado, o Panda 100 HP, pequeno desportivo com motor 1.4, 16 válvulas, 100 cv, com prestações notáveis (de 0 a 100 em 9,5”) e do outro, o Panda Natural Power, com motor 1.2 Fire, 8 válvulas, Natural Power e dupla alimentação a gasolina-gás natural.

Em 2008, é a vez da dupla alimentação a gasolina-GPL.
Com a terceira geração do Panda, lançada no Salão de Frankfurt em 2011, o citadino da Fiat regressa a Itália com a produção na fábrica de Pomigliano d’Arco. São os anos em que cresce a atenção à sustentabilidade e em que, portanto, são precisas soluções amigas do ambiente: mais uma vez, o Panda aceita o desafio de forma original, como só ele é capaz: o gás natural torna-se turbo com o TwinAir Turbo Natural Power de 80 cv.

Um motor sobrealimentado cheio de garra, com elevada potência específica, capaz de conciliar emissões baixas e consumos reduzidos com condução divertida.

Chega também a nova família de motores a gasolina FireFly, pensada para equipar os modelos compactos da FCA. O Panda adota o FireFly de um litro e três cilindros em versão aspirada mild hybrid de 70 cv, a que é associado um motor elétrico BSG (Belt Driven Starter Generator) com potência máxima de 3,6 kW. Uma tecnologia que permite reduzir consumos e emissões em perfeito estilo Fiat e que leva a marca em direção a uma mobilidade cada vez mais económica e democrática, tal e qual como o Panda.

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